Roteiros de viagem pelo Brasil que tal um passeio?

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é o destino perfeito para aqueles que buscam aventura segura e contemplação da natureza!

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Pôr do sol desde o rio Preguiças, nos Lençóis Maranhenses – Foto: Maurício Araya

Caminhar sobre as areias brancas do maior campo de dunas do Brasil, se refrescar em lagoas de água cristalina e observar o pôr-do-sol são experiências únicas que você levará para o resto da vida. Tudo isso com a emoção de um passeio fora de estrada em veículos 4×4 especialmente adaptados para vencer o terreno arenoso e alagado da restinga dos Lençóis Maranhenses. Aqueles que preferem caminhadas longas e interação com comunidades tradicionais, podem ainda se aventurar a atravessar o campo de dunas e ter a experiência de pernoitar nos oásis do “deserto brasileiro”.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, localizado no litoral oriental do estado do Maranhão, é o principal destino indutor do turismo no estado. Está inserido no Cerrado mas apresenta forte influência da Caatinga e da Amazônia, sendo encontradas espécies comuns destes 3 biomas. Em seus 155 mil hectares, abriga ecossistemas diversos e frágeis, como a restinga, o manguezal, e um campo de dunas que ocupa 2/3 da área total da unidade, sendo o principal atrativo do Parque Nacional devido as lagoas interdunares que se formam no período chuvoso da região.O PNLM está inserido em 3 municípios maranhenses, que dispõem de estrutura para recepção e condução de visitantes, Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz.

 

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Passeio de barco por corredeiras permite chegar bem perto das quedas das Cataratas do Iguaçu – Foto: Cataratas do Iguaçu S.A.

Um passeio para lavar a alma

Você já pensou em fazer parte de uma das sete paisagens mais belas do planeta? E já imaginou ficar sob um dos saltos que formam as Cataratas do Iguaçu e tomar um rápido banho? O passeio do Macuco Safari possibilita essa emoção inesquecível.

 

O Macuco Safari é uma ousada navegação pelo Rio Iguaçu que leva os turistas a poucos metros das espetaculares quedas d’água.
A aventura começa em terra firme, às margens da rodovia que corta o Parque Nacional do Iguaçu e termina no mirante dos saltos. Um jipe elétrico leva os visitantes até a beira do rio por meio de uma trilha, em um trajeto de três quilômetros, em meio à floresta nativa.
No caminho, florestas centenárias, orquídeas e muitas plantas de espécies só encontradas na Mata Atlântica. Até animais silvestres aparecem para bisbilhotar o que fazem os visitantes. Os últimos 600 metros antes de chegar ao Iguaçu são feitos a pé.
O embarque nos botes é feito em uma plataforma situada na margem direita do Rio Iguaçu, cerca de 4 mil metros depois das Cataratas. É aconselhável deixar os pertences e documentos no atracadouro. Sacos plásticos são distribuídos para proteger as filmadoras e máquinas fotográficas.
Os barcos, com capacidade para levar 25 pessoas, são dotados de dois motores de 150 cavalos, potência suficiente para movimentar um iate, mas necessária para vencer a correnteza do Rio Iguaçu.
O uso do colete salva-vidas é obrigatório. No caminho até as Cataratas, os barqueiros driblam a correnteza, enquanto os turistas aproveitam para apreciar a paisagem, o que inclui quase sempre os arco-íris, que se formam de uma margem à outra.
O trajeto percorrido pelos barcos próximo às quedas varia conforme a vazão do rio. Com pouca água, as corredeiras ficam mais perigosas e os botes limitam-se a ir até o Salto Três Mosqueteiros. Já no período de chuvas, ou quando são abertas as comportas das quatro usinas hidrelétricas localizadas no curso do Rio Iguaçu, é possível chegar ao Salto Três Marias, bem perto da Garganta do Diabo.
Na parada do barco, por alguns minutos, o turista pode aproveitar a paisagem e registrá-la em imagens que certamente encantarão familiares e amigos, na volta a casa. Daquele ponto, podem-se ver as Cataratas do lado argentino.
O barco zarpa novamente e vem então o momento mais emocionante do passeio, sob o som ensurdecedor da água despencando dos paredões de basalto. Com habilidade, o barqueiro aproxima-se dos saltos, provocando banhos indescritíveis, capazes de afastar o calor do verão iguaçuense, que dura pelo menos oito meses do ano, e despertar as mais variadas reações dos passageiros, quase todas de surpresa e alegria.
Com as roupas encharcadas, depois de três banhos seguidos, é hora de voltar, uma hora e meia depois do início da aventura. Que nunca será esquecida.
Informações: http://www.macucosafari.com.br/

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