DIRECIONAMENTO DE VERBAS PÚBLICAS EM BENTO ?

Ao que tudo leva a crer que a secretaria de turismo de Bento Gonçalves através de seu secretário de turismo esteja direcionando as verbas de publicidade do Natal Bento. Seja com o aval do prefeito ou coma  falta de seu desconhecimento.
Falo de verbas que são públicas e que deveriam ser colocadas em todos os meios de comunicação do município para divulgação das ações do Natal bento, e tem sido direcionadas a uma rádio de seu partido e a alguns outros meios de comunicação do município sem muito critério, ao menos é o que parece.
 
A pasta de turismo tem autoridade para direcionar a quem bem entender e da forma que melhor lhe convier. Foi o que ouvi ao  questionar essas informações e levantar essa questão a assessoria de governo do Prefeito de Bento Gonçalves Guilherme Pasin, e ao próprio prefeito, que ao serem informados da situação não tomaram providências e por isso acredito que acham coerente o direcionamento do secretário de sua pasta nestas verbas públicas.
Pasin não se toca disso ou melhor não faz questão de ver que lhes são os verdadeiros apoiadores, antes, durante, e quem sabe depois de sua gestão. Mas como digo é dinheiro público.
 
Infelizmente o que todos falam é que o atual secretario de turismo tem usado a pasta para em suas movimentações, organizar e direcionar os eventos para locais particulares, segundo me contaram, favorece diretamente com trabalhos de reformas , criações de APPS e reformulações de sites de toda prefeitura através da empresa a qual se diz ex sócio, será ? Não quero crer..
Sobre o secretário, questionam do direcionamento para algumas mídias (rádio e jornal), para a maior parte da verba pública destinada a promover o Natal Bento, que usa o cargo claramente para uma auto-promoção, deixando a desejar a maioria do empresariado do Trade a qual buscamos informações em diversas oportunidades e constatei podemos dizer essa reclamação. Isso é um caso de ser averiguado quem sabe até pela promotoria pública ou Tribunal de contas do Estado.
 
Se for,  e lá na frente for depurado e mostrada esta real situação, será um tiro no pé do atual prefeito que apostou suas fichas em um secretario que no ‘afã de seu ego maquiado’, assumiu a pasta sem conhecimento de causa, igual um paraquedista de primeira viagem, direcionou seus pés ao mais fácil, mais prático e mais cômoda posição, deixando a desejar nas acões coletivas no município de Bento Gonçalves.
Reíntero que o atual secretário e hoje político em questão Rodrigo Parisotto já teve seu nome envolvido em outra situação citado por um  jornal de Bento quando criou e reformulou diversos sites e Apps da prefeitura de Bento Gonçalves através da uma empresa a qual é, ou segundo ele,  era sócio até entrar na pasta de turismo, que na ocasião segundo o jornal teve a infantilidade de até colocar o logotipo de sua empresa nos trabalhos feitos, assinando os mesmos, e retirando imediatamente após a repercussão na população.
Mas é claro, meu telefone deverá esquentar esta semana me exigindo provas e documentos que comprovem, então adianto aqui, é o que todos dizem então apenas repasso, com minhas próprias dúvidas, convicções e decepção com o atual secretário.  Não quero crer que o atual secretário no alto de sua dignidade e posição ética-social faria algo do gênero. Mas a política muda as pessoas. O poder muda as pessoas. Lembram daquela máxima:  ‘De poder a um homem e descubra quem realamente ele é “.
 
O Turismo. a pasta de tuismo não é brincadeira, não é passa tempo, milhares de famílias vivem neste setor da economia e não podemos nos calar frente a isso, o Turismo propriamente dito precisa ser levado a sério e orgãos de imprensa que passam o ano divulgando as boas acões da prefeitura assim como de diversas secretarias devem ser reconhecidos pelo poder público.
O preço que se paga para se estar em um cargo público é alto, ainda mais quando não há coerência, algo tão em falta nos políticos de hoje.
Lamentável.
APENAS PARA CONSTAR, O QUE É CRIME DE PREVARICAÇÃO
  • prevaricação (art. 319, do CP). Consiste em retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. Na prevaricação, o funcionário público não recebe qualquer vantagem (o que seria corrupção passiva); nem atende a pedidos de terceiros (o que seria corrupção privilegiada). Ele age para satisfazer, geralmente, sentimento pessoal, que diz respeito a sua subjetividade (o modo como ele entende ou se sente em relação a pessoas ou fatos). Ex: delegado que nunca instaura inquérito policial para apurar o crime de furto, porque acha que isso é pouco grave.

 

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